םדא ןבו תאז השעי שונא ירשא”
“…וללחמ תבש רמש הב קיזחי
(ב – ו”נ ‘יעשי)

“Feliz o homem que faz isto e o filho do homem que nisto se firma; feliz aquele que guarda o Shabat para não o profanar.”
(Yesha’yáhu 56:2)

O Radak (Rabênu David Kimchi zt”l) traz a seguinte explicação sobre este versículo:
“Bem-aventurado aquele que cuida de não fazer nenhuma atividade proibida no Shabat, como consta na Torá “Zachor (Shamor) et yom Hashabat lecadeshô – Lembra-te (guarda) do Shabat para santificá-lo”.

A santidade do Shabat está no fato de saber diferenciá-lo dos demais dias da semana, pois a linguagem cadosh (lecadeshô) sempre se refere a algo que está mais elevado, distinto.

Esta diferenciação se faz notar quando, no Shabat, vestimo-nos de forma diferente e nossas refeições são distintas (mais honradas). Isto no que se refere ao corpo. No que tange à alma, a distinção está no fato de que nos desligamos dos afazeres comuns do dia-a-dia, dedicamo-nos ao estudo da Torá e refletimos profundamente acerca dos feitos da Criação. O Radak conclui com o que nossos sábios afirmaram: “Se o povo de Israel cumprir dois Shabatot, imediatamente será redimido.”
Gostaria de fazer algumas observações e agradecimentos:
Todas as leis citadas neste livro têm suas origens descritas em hebraico nos mar’ê mecomot (notas bibliográficas) que estão situadas no final de cada capítulo.
As palavras em hebraico transliteradas para o português estão grafadas em itálico.
Procuramos especificar quando os costumes entre ashkenazim e sefaradim diferem.
Agradecemos a colaboração do Rabino M. A. Iliovits Shelita, por ter lido todo o texto e nos ter alertado em alguns pontos. Também não poderíamos deixar de registrar o esforço e a dedicação de Ivo e Geni Koschland e Saul Menaged para que esta obra chegasse à mão do leitor com um elevado nível de apresentação e clareza.
Yehi ratson shelô nicashel bidvar halachá.

Isaac Dichi
Rabino da Congregação Mekor Haim
Nissan, 5751

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