Resenha: O bebê de Bridget Jones

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Se o aprendiz de bruxo Harry Potter se tornou uma espécie de referência para toda uma geração que cresceu vendo o amadurecimento do personagem e sua transformação de criança em adulto, é possível afirmar que situação semelhante ocorreu com a personagem Bridget Jones. Assim como o mais famoso aluno de Hogwarts saiu das páginas dos livros para ganhar o mundo no cinema, a verborrágica Bridget também tomou o mesmo caminho e na pela da atriz Renée Zellweger transformou-se em uma espécie de heroína para milhões de mulheres que buscam o amor.

Nesse terceiro filme da franquia, Bridget está muito mais madura e, certa forma, resolvida. Mas, é claro, que essa maturidade não será suficiente para afastá-la de situações esquisitas e absolutamente divertidas.

Nesta sequência, Bridget precisa resolver uma questão complicada: quem é o pai do seu filho? Após o envolvimento com dois homens na mesma época, a divertida inglesa vai passar por poucas e boas para descobrir a paternidade de seu bebê.

Com certeza, a grande ausência do filme é Hugh Grant que optou em não reprisar o papel que havia exercida nos dois primeiros filmes. No seu lugar entra Patrick Dempsey, que vai disputar o amor de Bridget com o já conhecido Colin Firth.

O filme é interessante, pois mantêm em bom nível as aventuras de Bridget. Se este for o último filme da franquia, com certeza, muitas pessoas vão se trancar no quarto de chorar compulsivamente.  Tal qual faria Bridget Jones.

 

Fonte terapia do luxo

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